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BRASIL, Sudeste, SANTO ANDRE, V. João ramalho, Mulher, de 12 a 15 anos, Portuguese, Cinema e vídeo, Música, leitura


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reflexão!

Boa tarde! Este conto é para refletir a nossa atitude com as pessoas que nos amam! Nunca despreze uma pessoa, pois pode ser ela que vai lhe estender a mão na hora da dificuldade! Não despreze quem te ama!!!!!!!!!!!!!   Fiquem com Deus!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
 
 
 
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Fábula e Verdade

 

Era uma vez um rei que tinha 4 esposas.

Ele amava a 4a esposa demais e, por isso, vivia dando-lhe lindos presentes, jóias e roupas caras. Ele dava-lhe de tudo e sempre do melhor.

Ele também amava muito sua 3a esposa e gostava de exibi-la aos reinados vizinhos. Contudo, ele tinha medo que um dia, ela o deixasse por outro rei.
 
Ele também amava sua 2a esposa. Ela era sua confidente e estava sempre pronta para ele, com amabilidade e paciência. Sempre que o rei tinha que enfrentar um problema, ele confiava nela, para atravessar esses tempos de dificuldade.
 
A 1a esposa era uma parceira muito leal e fazia tudo que estava ao seu alcance para manter o rei muito Rico e Poderoso, ele e o reino. Mas ele não amava a 1a esposa, e apesar dela o amar profundamente, ele mal tomava conhecimento dela.
 
Um dia o rei caiu doente e percebeu que seu fim estava próximo. Ele pensou em toda a luxúria da sua vida e ponderou: "É.... agora eu tenho 4 esposas comigo, mas quando eu morrer, eu ficarei sozinho....”.

Então ele perguntou a 4º esposa: - “Eu te amei tanto, querida. A cobri das mais finas roupas e jóias. Mostrei o quanto eu a amava, cuidando bem de você. Agora que eu estou morrendo, você é capaz de morrer comigo, para não me deixar sozinho?”
 
"De jeito nenhum!" respondeu a 4a esposa e saiu do quarto sem sequer olhar para trás.
 
A resposta que ela deu cortou o coração do rei como se fosse uma faca afiada.
Tristemente, o rei então  perguntou a 3a esposa: "Eu também a amei tanto a vida inteira. Agora que eu estou morrendo, você é capaz de morrer comigo, para não me deixar sozinho?”
 
"Não!!", respondeu a 3a esposa. "A vida é boa demais!!!!! Quando você  morrer, eu vou é casar de novo..."
 
O coração do rei sangrou e gelou de tanta dor.
 
Ele perguntou, então, à 2a esposa: "Eu sempre recorri a você quando precisei de ajuda e você sempre esteve ao meu lado. Quando eu morrer, você será capaz de morrer comigo, para me fazer companhia?”
 
“Sinto muito, mas desta vez, eu não posso fazer, o que você me pede!” Respondeu a 2a esposa. O máximo que eu posso fazer é enterrar você.
 
Essa resposta veio como um trovão na cabeça do rei e ele ficou arrasado.

Então uma voz se fez ouvir: "Eu partirei com você e o seguirei por onde for.”
 
"O rei  levantou os olhos e lá estava a sua 1a esposa, tão magrinha, tão mal nutrida, tão sofrida. Com o coração partido, o rei falou: "Eu deveria ter cuidado muito melhor de você, enquanto eu ainda podia."
 
Na Verdade  nós todos temos 4 esposas nas nossas vidas.
 
Nossa 4a esposa é o nosso corpo. Apesar de todos os  esforços que fazemos para mantê-lo saudável e bonito ele nos deixará quando morrermos.
 
Nossa 3a esposa são as nossas posses, as nossas propriedades, a  nossa riquezas. Quando morremos, tudo isso vai para os outros.
Nossa 2a esposa é nossa família e nossos amigos. Apesar de nos amarem muito e estarem sempre nos apoiando, o máximo que eles podem fazer é nos enterrar.
 
E nossa 1a esposa é a nossa ALMA muitas vezes deixada de lado por perseguirmos, durante a  vida toda, a Riqueza, o Poder e os Prazeres  do nosso ego.
 
Apesar de tudo, nossa Alma é a única coisa que sempre irá conosco, não importa onde formos.
 
Então, Cultive... Fortaleça... Bendiga... Enobreça sua alma agora!!
 
É o maior presente que você pode dar ao mundo...
 
Deixe-a Brilhar!!!

                     

Preciosa Colaboração de Carmem Lucia



- Postado por: Rerê às 17h17
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O Acusado


Conta uma antiga lenda que na Idade Média um homem muito religioso foi injustamente acusado de ter assassinado uma mulher.

Na verdade, o autor do crime era pessoa influente do reino e por isso, desde o primeiro momento se procurou um bode expiatório para acobertar o verdadeiro assassino.
O homem foi levado a julgamento, já temendo o resultado: a forca. Ele sabia que tudo iria ser feito para condená-lo e que teria poucas chances de sair vivo desta história.
O juiz, que também estava combinado para levar o pobre homem à morte, simulou um julgamento justo, fazendo uma proposta ao acusado que provasse sua inocência.
Disse o juiz: sou de uma profunda religiosidade e por isso vou deixar sua sorte nas mãos do senhor: vou escrever em um pedaço de papel a palavra INOCENTE e outro pedaço a palavra CULPADO. Você sortear um dos papéis e aquele que sair será o veredito.

O senhor decidirá seu destino, determinou o juiz.

Sem que o acusado percebesse, o juiz preparou os dois papéis, mas em ambos escreveu CULPADO de maneira que, naquele instante, não existia nenhuma chance do acusado se livrar da forca. Não havia saída.

Não havia alternativas para o pobre homem.

O juiz colocou os dois papéis em uma mesa e mandou o acusado escolher um.

O homem pensou alguns segundos e pressentindo uma vibração aproximou-se confiante da mesa, pegou um dos papéis e rapidamente colocou na boca e o engoliu.

Os presentes ao julgamento reagiram surpresos e indignados com a atitude do homem.

- Mas o que você fez?

E agora? Como vamos saber qual seu veredito?

- É muito fácil, respondeu o homem. - Basta olhar o outro pedaço que sobrou e saberemos que acabei engolindo o seu contrário.

Imediatamente o homem foi libertado.

MORAL DA HISTÓRIA

Por mais difícil que seja uma situação, não deixe de acreditar até o último momento. Saiba que para qualquer problema há sempre uma saída.

Não desista, não entregue os pontos, não se deixe derrotar.

Persista, vá em frente apesar de tudo e de todos. Creia que você pode conseguir.

Autor desconhecido

 

Fiquem com Deus!!!!!!!!!!!!!!!!                                           



- Postado por: Rerê às 17h03
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Olá para todos ! eu achei uma estória, que eu acho que vai interessar vcs! Talvez porque o ser humano faz algumas coisas sem pensar no amanhã. Mas, quem unca cometeu um erro! Mas isso não é o pior: Acabam comentendo o erro por centenas de vezes! Não cometa o mesmo erro 2 vezes! Boa leitura!

 

O Rei, o Sufi e o Cirurgião


Na antigüidade um rei da Tartária foi pescar acompanhado pelos nobres da corte. No caminho cruzaram com um abdal (um sufi errante, ‘um transformado’ ), que proclamava em voz alta:

- Àquele que me der cem dinares retribuirei com um conselho que lhe será útil.

O rei se deteve e disse:

- Abdal, que bom conselho me dará em troca de cem dinares?

- Senhor, primeiro ordene que me sejam dados os cem dinares, e imediatamente o aconselharei – respondeu o abdal.

O rei assim fez, esperando dele alguma coisa realmente extraordinária. Mas o dervixe se limitou a dizer-lhe:

- Meu conselho é: ‘Nunca comece nada sem ter pensado no resultado final do que for fazer.’

    Ao ouvir estas palavras, não só os nobres, mas todos os que estavam presentes riram com gosto, comentando que o abdal tivera razão ao tomar o cuidado de pedir o dinheiro adiantado.

    - Vocês não tem razão – objetou o rei – em rir do excelente conselho que o abdal acaba de me dar. Certamente ninguém ignora o fato de que se deve pensar antes de fazer alguma coisa. Mas todos cometemos o erro de esquecer isso, e as conseqüências são trágicas. Eu dou muito valor ao conselho do dervixe.

      Procedendo de acordo com suas palavras, o rei decidiu não apenas ter o conselho sempre presente, mas mandou também escrevê-lo com letras de ouro nos muros do palácio e até gravá-lo em sua bandeja de prata.

      Não muito mais tarde um cortesão intrigante e ambicioso concebeu a idéia de matar o rei. Para tanto, subornou o cirurgião real com a promessa de nomeá-lo primeiro-ministro se introduzisse no braço do rei uma lanceta envenenada.

      Quando chegou o momento em que era necessário colher sangue do rei na bandeja de prata foi colocada sob o braço dele.

      O cirurgião não pôde deixar de ler: ‘Nunca comece nada sem ter pensado no resultado final do que for fazer.’

      Depois de ler, o cirurgião se deu conta de que se fizesse o que o cortesão tinha lhe proposto, e este subisse ao trono, simplesmente o cortesão poderia mandar executá-lo imediatamente, e assim não precisaria cumprir o trato.

      O rei percebendo que o cirurgião estava tremendo lhe perguntou o que havia de errado com ele.

      O cirurgião confessou imediatamente.

      O autor do complô foi preso, e o rei perguntou aos nobres e cortesões que estavam com ele quando o abdal deu seu conselho:

      - Ainda riem do dervixe?

      Do livro: Histórias da Tradição Sufi - Editora Dervish



      - Postado por: Rerê às 16h58
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      Já parou para pensar que para tudo há uma saída!?!

      Esta história é apenas uma motivação. Lembre se: Sempre há uma saída para tudo!!!!!!!!

      Fiquem com deus!!!!!!!!

      Boa leitura!!!

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      PAGANINI



      Era uma vez um grande violinista chamado PAGANINI. Alguns diziam que ele era muito estranho. Outros, que era sobrenatural. As notas mágicas que saiam de seu violino tinham um som diferente, por isso ninguém queria perder a oportunidade de ver seu espetáculo.

      Numa certa noite, o palco de um auditório repleto de admiradores estava preparado para recebê-lo. A orquestra entrou e foi aplaudida. O maestro foi ovacionado. Mas quando a figura de Paganini surgiu, triunfante, o público delirou. Paganini coloca seu violino no ombro e o que se assiste a seguir é indescritível. Breves e semibreves, fusas e semifusas, colcheias e semicolcheias parecem ter asas e voar com o toque daqueles dedos encantados.

      DE REPENTE, um som estranho interrompe o devaneio da platéia. Uma das cordas do violino de Paganini arrebenta. O maestro parou. A orquestra parou. O público parou. Mas Paganini não parou. Olhando para sua partitura, ele continua a tirar sons deliciosos de um violino com problemas. O maestro e a orquestra, empolgados, voltam a tocar.

      Mal o público se acalmou quando, DE REPENTE, um outro som perturbador derruba a atenção dos assistentes. Uma outra corda do violino de Paganini se rompe. O maestro parou de novo. A orquestra parou de novo Paganini não parou. Como se nada tivesse acontecido, ele esqueceu as dificuldades e avançou tirando sons do impossível. O maestro e a orquestra, impressionados
      voltam a tocar.

      Mas o público não poderia imaginar o que iria acontecer a seguir. Todas as pessoas, pasmas, gritaram OOHHH! Que ecoou pela abobadilha daquele auditório. Uma terceira corda do violino de Paganini se quebra. O maestro pára. A orquestra pára. A respiração do público pára. Mas Paganini não pára. Como se fosse um contorcionista musical, ele tira todos os sons da única
      corda que sobrara daquele violino destruído. Nenhuma nota foi esquecida. O maestro empolgado se anima. A orquestra se motiva. O público parte do silêncio para a euforia, da inércia para o delírio. Paganini atinge a glória.


      Seu nome corre através do tempo. Ele não é apenas um violinista genial. É o símbolo do profissional que continua diante do impossível.
        _____ 

      Eu não sei o tipo de problemas que você está tendo. Pode ser um problema pessoal, conjugal, familiar, sei lá o quê é que está afetando sua estima ou seu desempenho profissional. Mas uma coisa eu sei. Nem tudo está perdido. Ainda existe uma corda e é tocando nela que você exercerá seu talento. Tocando nela é que você irá vibrar. Aprenda a aceitar que a vida sempre lhe
      deixará uma última corda. Quando você estiver desanimado, nunca desista. Ainda existirá a corda da persistência inteligente, do "tentar mais uma vez", do dar um passo a mais com um enfoque novo.

      Desperte o Paganini que existe dentro de você e avance para vencer. Vitória é a arte de você continuar, onde os outros resolvem parar. Quando tudo parece ruir, dê uma chance a você mesmo e vá em frente. Toque na corda da motivação e tire sons de resultados positivos. Mas antes pergunte: quem motiva o motivador? Isto é: quem motiva seu cérebro, que motiva sua mão, que toca seu violino ?


      Não se frustre, não se desespere, lembre-se: ainda existe a última corda: a do aprender de novo para deslumbrar e gerar soluções.


      Nunca a vida lhe quebrará todas as cordas. Se os resultados estão mal, é a sua oportunidade de tocar a última corda, a da imaginação que reinventa o futuro com inovação contínua. É sempre a corda esquecida que lhe dará o maior resultado.

                          

      Preciosa Colaboração de Felipe Cardoso

                                                                                                          

      - Postado por: Rerê às 16h50
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