minha melhor decisão!
Olá! Tudo bem com vcs?!
Segunda passada, eu fiz uma coisa que o meu coração mandou, então foi a melhor opção: Eu me demiti! Depois de toda aqela confusão, eu sai de onde eu trabalhava, não irá me faltar opurtunidades de trabalho, afinal... tenho apenas 14 anos! Eu vou estudar bastante e me formar em "nutrição", uma area que eu admiro e gostaria muito de trabalhar! O contrário do que eu trabalhava, em um escritório de advocacia! eu agradeço muito por minha tia ter me dado esta chance e quero que DEUS abençoe ela, mas... eu tenho que seguir a minha vida, e continuar com o Meu Robby: Tocar violão!
Agora que eu sai do escritório, só vou poder atualizar o meu blog nas Sextas e sábados, e se der em alguns dias da semana! Não fiquem com raiva de mim, por favor! Prometo que vou sempre estar melhorando o meu cantinho! Obrigada por tudo, que Deus vos acompanhe!
BJS!!!!!
- Postado por: Rerê às 17h07
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Tudo está ao seu serviço
O sofrimento por que você passa faz a alegria brilhar muito mais. Relaxar lhe dá energia para trabalhar de forma mais eficiente.
O tempo longe de quem você ama torna especial o tempo que passam juntos. A morte faz com que a vida seja preciosa. O calor do verão torna o outono refrescante.
Ter que viver sem algo lhe faz valorizá-lo. A doença faz da saúde algo que vale a pena ser perseguido. A fome estimula a alimentação.
Freqüentemente, as coisas que consideramos “más” são as que tornam boas as coisas boas. Como poderíamos reconhecer o prazer sem a dor? Sem o desconforto, como poderíamos estar confortáveis? Se não houvesse escuridão, como saberíamos o que é a luz? Sem ignorância, qual seria o valor do conhecimento?
Em todas as direções e em todas as situações, a vida tem significado. Em todo lugar existe a oportunidade da realização. Ao invés de amaldiçoar a escuridão, aprecie a luz que ela torna possível. |
- Postado por: Rerê às 16h55
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Ver vendo...
De tanto ver,a gente banaliza o olhar. Vê não-vendo. Experimente ver pela primeira vez o que você vê todo dia, sem ver. Parece fácil, mas não é. O que nos cerca, o que nos é familiar, já não desperta curiosidade. O campo visual da nossa rotina é como um vazio.
Você sai todo o dia, por exemplo, pela mesma porta. Se alguém lhe perguntar o que você viu no seu caminho, você não sabe. De tanto ver, você não vê. Sei de um profissional que passou 32 anos a fio pelo mesmo hall do prédio do seu escritório. Lá estava sempre, pontualíssimo, o mesmo porteiro. Dava-lhe bom dia e às vezes lhe passava um recado ou uma correspondência. Um dia o porteiro cometeu a descortesia de falecer.
Como era ele? Sua cara? Sua voz? Como se vestia? Não fazia a mínima idéia. Em 32 anos nunca o viu. Para ser notado, o porteiro teve que morrer. Se um dia no seu lugar estivesse uma girafa, cumprindo o rito, pode ser que também ninguém desse por sua ausência. O hábito suja os olhos e lhes baixa a voltagem. Mas há sempre o que ver. Gente, coisas, bichos. E vemos? Não, não vemos.
Uma criança vê o que um adulto não vê. Tem olhos atentos e limpos para o espetáculo do mundo. O poeta é capaz de ver pela primeira vez o que, de tão visto, ninguém vê. Há pai que nunca viu o próprio filho. Marido que nunca viu a própria mulher, isso existe às pampas. Nossos olhos se gastam no dia-a-dia, opacos. É por aí que se instala no coração o monstro da indiferença |
- Postado por: Rerê às 16h53
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para vc!
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Persistência X Mudanças
Contam que certa vez, duas moscas caíram num copo de leite. A primeira era forte e valente. Assim, logo ao cair, nadou até a borda do copo. Mas como a superfície era muito lisa e ela tinha suas asas molhadas, não conseguiu sair. Acreditando que não havia saída, a mosca desanimou, parou de nadar e se debater e afundou.
Sua companheira de infortúnio, apesar de não ser tão forte, era tenaz. Continuou a se debater, a se debater e a se debater por tanto tempo, que, aos poucos o leite ao seu redor, com toda aquela agitação, foi se transformando e formou um pequeno nódulo de manteiga, onde a mosca tenaz conseguiu com muito esforço subir e dali alçar vôo para algum lugar seguro.
Durante anos, ouvi esta primeira parte da história como elogio à persistência, que, sem dúvida, é uma hábito que nos leva ao sucesso, no entanto...
Tempos depois, a mosca tenaz, por descuido ou acidente, novamente caiu no copo. Como já havia aprendido em sua experiência anterior, começou a se debater, na esperança de que, no devido tempo, se salvaria. Outra mosca, passando por ali e vendo a aflição da companheira de espécie, pousou na beira do copo e gritou: "Tem um canudo ali, nade até lá e suba por ele" A mosca tenaz não lhe deu ouvidos, baseando-se na sua experiência anterior de sucesso e, continuou a se debater e a se debater, até que, exausta, afundou no copo cheio de água.
Quantos de nós, baseados em experiências anteriores, deixamos de notar as mudanças de ambiente e ficamos nos esforçanco para alcançar os resultados esperados, até que afundamos na própria falta de visão? Fazemos isso quando não conseguimos ouvir aquilo que quem está de fora da situação nos diz.
Texto de Lúcia Medeiros (Gerente de Marketing) |
- Postado por: Rerê às 16h48
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um pouquinho de compreensão!
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Gotas de Óleo
Num quarto modesto, o doente grave pedia silêncio. Mas a velha porta rangia nas dobradiças cada vez que alguém a abria ou fechava. O momento solicitava quietude, mas não era oportuno para a reparação adequada. Com a passagem do médico, a porta rangia, nas idas e vindas do enfermeiro, no trânsito dos familiares e amigos, eis a porta a chiar, estridente. Aquela circunstância trazia, ao enfermo e a todos que lhe prestavam assistência e carinho, verdadeira guerra de nervos. Contudo, depois de várias horas de incômodo, chegou um vizinho e colocou algumas gotas de óleo lubrificante na antiga engrenagem e a porta silenciou, tranqüila e obediente.
A lição é singela, mas muito expressiva. Em muitas ocasiões há tumulto dentro de nossos lares, no ambiente de trabalho, numa reunião qualquer. São as dobradiças das relações fazendo barulho inconveniente. São problemas complexos, conflitos, inquietações, abalos... Entretanto, na maioria dos casos nós podemos apresentar a cooperação definitiva para a extinção das discórdias. Basta que lembremos do recurso infalível de algumas gotas de compreensão e a situação muda.
- Algumas gotas de perdão acabam de imediato com o chiado das discussões mais calorosas. - Gotas de paciência no momento oportuno podem evitar grandes dissabores. - Poucas gotas de carinho, penetram as barreiras mais sólidas e produzem efeitos duradouros e salutares. - Algumas gotas de solidariedade e fraternidade podem conter uma guerra de muitos anos. - É com algumas gotas de amor que as mães dedicadas abrem as portas mais emperradas dos corações confiados à sua guarda. - São as gotas de puro afeto que penetram e dulcificam as almas ressecadas de esposas e esposos, ajudando na manutenção da convivência duradoura. - Nas relações de amizade, por vezes, algumas gotas de afeição são suficientes para lubrificar as engrenagens e evitar os ruídos estridentes da discórdia e da intolerância. Dessa forma, quando você perceber que as dobradiças das relações estão fazendo barulho inconveniente, não espere que o vizinho venha solucionar o problema. Lembre-se que você poderá silenciar qualquer discórdia lançando mão do óleo lubrificante do amor, útil em qualquer circunstância, e sem contra-indicação. Não é preciso grandes virtudes para lograr êxito nessa empreitada. Basta agir com sabedoria e bom senso. Às vezes, são necessárias apenas algumas gotas de silêncio para conter o ruído desagradável de uma discussão infeliz.
E se você é daqueles que pensa que os pequenos gestos nada significam, lembre-se de que as grandes montanhas são constituídas de pequenos grãos de areia. Pense nisso |
- Postado por: Rerê às 16h44
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um ato de amor!
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Haja o que houver, eu estarei sempre com você
Na Romênia , um homem dizia sempre a seu filho. - Haja o que houver, eu sempre estarei a seu lado. Houve, nesta época um terremoto de intensidade muito grande, que quase arrasou as construções lá existentes nesta época. Estava nesta hora este homem em uma estrada. Ao ver o ocorrido, correu para casa e verificou que sua esposa estava bem, mas seu filho nesta hora estava na escola. Foi imediatamente para lá. E a encontrou totalmente destruída. Não restou, uma única parede de pé................... Tomado de uma enorme tristeza. Ficou ali ouvindo, a voz feliz de seu filho e sua promessa (não cumprida). Haja o que houver : eu estarei sempre a seu lado. Seu coração estava apertado e sua vista apenas enxergava a destruição. A voz de seu filho e sua promessa não cumprida , o dilaceravam. Mentalmente percorreu inúmeras vezes o trajeto que fazia diáriamente segurando sua mãozinha. O portão (que não mais existia) ; Corredor................ Olhava as paredes, aquele rostinho confiante: Passava pela sala do 3º ano, virava o corredor e o olhava ao entrar . Até que resolveu fazer em cima dos escombros, o mesmo trajeto. Portão,.................. Corredor .................. Virou a direita .............. E parou em frente ao que deveria ser a porta da sala. Nada! Apenas uma pilha de material destruído. Nem ao menos um pedaço de alguma coisa que lembrasse a classe Olhava ..........tudo ........desolado....... E continuava a ouvir sua promessa Haja o que houver, eu sempre estarei com você. E ele não estava... Começou a cavar com as mãos. Nisto chegaram outros pais, que embora bem intencionados, e também desolados, tentavam afastá-lo de lá dizendo: - Vá para casa. Não adianta, não sobrou ninguém. - Vá para casa. Ao que ele retrucava: Você vai me ajudar? Mas ninguém o ajudava, e pouco a pouco, todos se afastavam. Chegaram os policiais, que também tentaram retirá-lo dali, pois viam que não havia chance de ter sobrado ninguém com vida. Haviam outros locais com mais esperança. Mas este homem não esquecia sua promessa ao filho, a única coisa que dizia. para as pessoas que tentavam retirá-lo de lá era : - Você vai me ajudar ? Mas eles também o abandonavam. Chegaram os bombeiros, e foi a mesma coisa... Saia daí, não está vendo que não pode ter sobrado ninguém vivo? Você ainda vai por em risco a vida de pessoas que queiram te ajudar pois continuam havendo explosões e incêndios. Ele retucava : - Voce vai me ajudar? - Você esta cego pela dor não enxerga mais nada. Ou então é a raiva da desgraça. - Você vai me ajudar? Um a um todos se afastavam Ele trabalhou quase sem descanso, apenas com pequenos intervalos , mas não se afastava dali. 5 hs / 10 hs / 12 hs/ 22 hs / 24 hs /30 hs . Já exausto, dizia a si mesmo que precisava saber se seu filho estava vivo ou morto. Até que ao afastar uma enorme pedra, sempre chamando pelo filho, ouviu: - Pai ...estou aqui! Feliz fazia mais força para abrir um vão maior e perguntou: - Você esta bem? Estou. Mas com sede, fome e muito medo. - Tem mais alguém com você? Sim, dos 36 da classe 14 estão comigo, estamos presos em um vão entre dois pilares. Estamos todos bem. Apenas conseguia se ouvir seus gritos de alegria . - Pai, eu falei a eles: Vocês podem ficar sossegados, pois meu pai irá nos achar. Eles não acreditavam, mas eu dizia a toda hora ... Haja o que houver, meu pai, estará sempre a meu lado - Vamos, abaixe-se e tente sair por este buraco . Não! Deixe eles saírem primeiro... Eu sei ; que haja o que houver... Você estará me esperando!
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Que emocionante! dá vontade de chorarrrrrrrrr!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
- Postado por: Rerê às 16h41
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Um cantinho de reflexão
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Os biscoitos roubados
Certo dia, uma moça estava a espera de seu vôo na sala de embarque de um aeroporto. Como ela deveria esperar por muitas horas, resolveu comprar um livro para matar o tempo. Também comprou um pacote de biscoitos.
Então, ela achou uma poltrona numa parte reservada do aeroporto para que pudesse descansar e ler em paz. Ao lado dela se sentou um homem.
Quando ela pegou o primeiro biscoito, o homem também pegou um. Ela se sentiu indignada, mas não disse nada. Ela pensou para si: "Mas que cara de pau. Se eu estivesse mais disposta, lhe daria um soco no olho para que ele nunca mais esquecesse..."
A cada biscoito que ela pegava, o homem também pegava um. Aquilo a deixava tão indignada que ela não conseguia reagir. Restava apenas um biscoito e ela pensou:
"O que será que o abusado vai fazer agora? Então, o homem dividiu o biscoito ao meio, deixando a outra metade para ela. Aquilo a deixou irada e bufando de raiva. Ela pegou o seu livro e as suas coisas e dirigiu-se ao embarque.
Quando sentou confortavelmente em seu assento, para surpresa dela, o seu pacote de biscoito estava ainda intacto, dentro de sua bolsa.
Ela sentiu muita vergonha, pois quem estava errada era ela, e já não havia mais tempo para pedir desculpas. O homem dividiu os seus biscoitos sem se sentir indignado, ao passo que isto lhe deixara muito transtornada.
Em nossas vidas, por vezes, estamos comendo os biscoitos dos outros, e não temos a consciência de quem está errado somos nós."
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- Postado por: Rerê às 16h31
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Oi!
Me desculpem se eu não bloguei nada esta semana, eu tive que tomar a melhor decisão, para mim e para minha familia! Mas....Nada melhor que uma "historinha de otimismo", fiquem com deus! Boa leitura!:
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Aprende a escrever na areia
Dois amigos, Mussa e Nagib, viajavam pelas longas estradas que recortam as montanhas da Pérsia. Eram nobres e ricos e faziam-se acompanhar por servos, ajudantes e caravaneiros.
Chegaram, certa manhã, às margens de um grande rio barrento e impetuoso. Era preciso transpor a corrente ameaçadora. Ao saltar, porém, de uma pedra, Mussa foi infeliz e caiu no torvelinho espumejante das águas em revolta. Teria ali perecido, arrastado para o abismo, não fosse Nagib. Este, sem a menor hesitação, atirou-se à correnteza e livrou da morte o seu companheiro de jornada.
Que fez Mussa?
Ordenou que o mais hábil de seus servos gravasse na face lisa de uma grande pedra, que ali se erguia, esta legenda admirável:
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Viandante: Neste lugar, com risco da própria vida, Nagib salvou, heroicamente, seu amigo Mussa. |
Feito isso, prosseguiram, com suas caravanas.
Cinco meses depois, em viagem de regresso, encontraram-se os dois amigos naquele mesmo local perigoso e trágico. E, como estivessem fatigados, resolveram repousar à sombra acolhedora do lajedo que ostentava a honrosa inscrição. Sentados, pois, na areia clara, puseram-se a conversar. Eis que, por motivo banal, surge, de repente, grave desavença entre os dois companheiros.
Discordaram. Discutiram. Nagib, exaltado, num ímpeto de cólera, esbofeteou brutalmente o amigo.
Que fez Mussa?
Que farias tu, em seu lugar?
Mussa não revidou a ofensa. Ergueu-se e, tomando tranqüilo o seu bastão, escreveu na areia, ao pé do negro rochedo:
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Viandante: Neste lugar, por motivo fútil, Nagib injuriou, gravemente, seu amigo Mussa. |
Surpreendido com o estranho procedimento, um dos ajudantes de Mussa observou respeitoso:
-Senhor! Da primeira vez, para exaltar a abnegação de Nagib, mandastes gravar, para sempre, na pedra o feito heróico. E agora, que ele acaba de ofender-vos tão gravemente, vós vos limitais a escrever na areia incerta o ato de covardia! A primeira legenda, ó meu mestre, ficará para sempre.
Todos os que transitarem por este sítio dela terão notícia. Esta outra, porém, riscada no tapete de areia, antes do cair da tarde terá desaparecido como um traço de espuma entre as ondas buliçosas do mar.
-A razão é simples - respondeu Mussa. O benefício que recebi de Nagib permanecerá, para sempre em meu coração. Mas a injúria... essa negra injúria... escrevo-a na areia, como um voto, para que, se depressa daqui se apagar e desaparecer, mais depressa ainda desapareça e se apague de minha lembrança!
Eis a sublime verdade, meu amigo! Aprendamos a gravar, na pedra, os favores que recebermos, os benefícios que nos fizerem, as palavras de carinho, simpatia e estímulo que ouvirmos. Aprendamos, porém, a escrever na areia as injúrias, as ingratidões, as perfídias e as ironias que nos ferirem pela estrada agreste da vida. Assim seremos todos felizes.
(Adaptada do livro "O gato do cheique e outras histórias" de Malba Tahan - Ediouro)
Este texto foi para mostrar que desavenças acontecem, mais nunca podemos esquecer do bem esta pessoa nos fez um dia.! Fiquem com deus!!!!!
BJS!!!!!!! |
- Postado por: Rerê às 16h24
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